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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

«Revolution» estreia em alta


Depois de toda a promoção que a NBC apostou para a sua nova série «Revolution», parece que a mesma resultou. De facto, a audiência da estreia da série de ficção científica do canal superou as expectativas – veja aqui o episódio em questão.

De acordo com os valores divulgados pelo site TVbytheNumbers, o primeiro episódio da série cativou quase 12 milhões de telespetadores, registando 4.1 pontos no intervalo de 18 a 49 anos, o que representa uma melhoria considerável face à antecessora do género «Terra Nova» que fez 3,1 pontos no mesmo público, no ano passado, acabando por ser cancelada no fim da primeira temporada.

Assim, apesar de algumas opiniões mais pessimistas, a série conseguiu estrear com um valor positivo de audiências, sendo que apenas os resultados daqui para a frente decidirão o futuro de «Revolution». Será que terá luz verde para avançar? Resta-nos aguardar por mais novidades.

domingo, 9 de setembro de 2012

"Os Observadores" - Revolution (ESTREIA)

 J. J. Abrams atinge o fundo do poço

Com tantas séries com potencial a serem lançadas anualmente, além daquelas que jamais vimos e pertencem à lista de espera de qualquer fã de programas televisivos, certamente não há mais tempo para ser desperdiçado com bobagens que surgem aos borbotões, e Revolution é uma destas. Ainda que J. J. Abrams tenha revelado instantes de brilhantismo ao longo de sua carreira meteórica, chegou o momento do diretor, produtor, roteirista e criador de inúmeras obras começar a rever seus conceitos de “grandes idéias”.

O que incomoda nesta altura é certamente a presão. Julgando-se capaz de criar elaboradas tramas (a maioria nem tanto elaborada) que se cercam de insolúveis mistérios, Abrams não só vem reciclando sua desgastada fórmula como também parece, pouco a pouco, esquecer que o público cansou de produções de um só foco que, evidentemente, tentarão se espichar ao máximo por longas e exaustivas temporadas, bastando tomarmos como exemplo a cancelada The Event, que se anunciava como nova Lost e culminou em um cancelamento apressado.
 

Sem querer prolongar a discussão que cabe em um texto à parte, há que se avisar que Revolution ainda consegue subir mais um degrau na escala nas seriés do “gênero” descartável ao construir uma trama que deveria pautar pela urgência, pelo sombrio e, principalmente, por uma visão apocalíptica, mas passa longe de todas essas e outras características, já que graças a uma direção de arte capenga e uma fotografia “arcoirisada”de Drew Monahan e dos Davids Moxness e Stockton, acaba nos dando uma visão idílica do fim de mundo, onde os pássaros cantam, as plantas possuem todas um verde belíssimo e o sol brilha de maneira intensa, sem falar, é claro, dos cenários que tentam representar destruição de um mundo anterior, mas de tão vergonhosos, dada a artificialidade com que são construídos, só nos remetem a produções saídas de uma novela das sete. E não me surpreenderia se alguns dos objetos em cena fossem recauchutados de outras produções.

E já que estamos falando de imersão nesse mundo sem qualquer tipo de energia há quinze anos, é preciso citar também os brilhantes figurino e maquilagem, que tornam os atores verdadeiros modelos em passarelas com indumentárias asseadas e novas, cabelos sempre penteados, raras barbas por fazer e muita maquilagem para deixar as protagonistas de bem com a câmera.

Como se não bastasse, o frágil guião de Eric Kripke ainda insiste, mesmo que já estejamos completamente alheios àquele mundo quase onírico, que diversas coincidências são extremamente prováveis. Logo, não é de se assustar quando vemos o jovem Jimmy, asmático, apenas para satisfazer às necessidades de uma história vagabunda, encontrar em sua fuga justamente um campo florido onde há pólen em suspensão, que o leva, obviamente, a um ataque de asma. Curiosamente, perto desse campo há uma residência, e dentro dela, uma simpática senhora que, adivinhem só, possui bombinhas para asma! Mas como se o circo ainda não estivesse montado, Kripke ainda deixa o melhor para o final do seu piloto, quando sabemos que a senhora hospitaleira está extremamente envolvida com a tal trama conspiratória furada que Revolution tenta estabelecer.

Com todos os aspectos técnicos falhados e ainda com um script mais falso que vendedor de seguros, será que seria pedir demais por atuações convincentes? No caso do programa em questão, a resposta é sim, visto que Abrams e seus produtores resolveram fornecer o pacote completo. Com exceção dos bons e únicos minutos iniciais do enredo, não há um só instante em que consigamos captar envolvimento e desenvolvimento de atores e personagens, principalmente entre o núcleo mais jovem do elenco. Só a título de exemplo, numa cena onde a protagonista dialoga com seu tio, o momento a que chega a beirar a comicidade dada a artificialidade nas expressões de Tracy Spiridakos, que exagera nas caretas e inflexões ao ponto de acharmos que sua personagem está para cuspir um alien.

 

Salvando-se apenas por algumas cenas de ação de propriedade de Jon Favreau, o episódio-piloto desta série, Revolution escancara a sua realidade até para os que não desejarem enxergá-la: apenas uma cena introdutória de poucos segundos que surge interessante, somada a quarenta e três minutos de mais do mesmo, onde draminhas artificiais se desenvolvem, piadinhas com nerds surgem a todo instante, e uma história reciclada e liquidificada com tudo o que há de pior na TV nos é entregue numa embalagem de “a nova obra revolucionária de J. J. Abrams”. 


 Bem, caros leitores, quanto a vocês, não sei. Mas minha experiência esta série não passará de uma primeira e péssima temporada! Voltamos para a semana dia 16 setembro (domingo).
Título original: «Revolution»
Género: Drama, Ficção Cientifica, Ação/Aventura, Misterio
Episódios: 1 episódio de aproximadamente 43 minutos (PILOTO)
Autor: Eric Kripke
Elenco: JD Pardo, Zak Orth, Maria Howell, David Lyons, Daniella Alonso, Billy Burke, Giancarlo Esposito, Tim Guinee, Elizabeth Mitchell e Tracy Spiridakos

Produtores Executivos: J. J. Abrams, Bryan Burk, Eric Kripke
Produção: Warner Bros. Television, Bad Robot Productions



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Piloto de «Revolution» disponibilizado online

Uma das maiores apostas da NBC para a temporada de 2012/2013 foi disponibilizada pelo canal online, no sentido de cativar mais telespetadores para a estreia no dia 17 de setembro nos EUA.

«Revolution» é uma série de ficção científica que se foca no mundo após o desaparecimento de eletricidade. Como sobreviveríamos sem luz? É este o mote desta série criada por Erick  Kripke e cujo produtor executivo é J.J. Abrams («Alias»,«Lost»).

A família Matheson possui um artigo que é a chave para descobrir o que originou a falha de energia que ocorreu 15 anos antes, disso assim como uma forma possível de rerter esses efeitos. O problema é que, com este «tesouro», muitos são os grupos que fazem de tudo para o possuir, desde milícias a outros grupos que foram tomando conta de um mundo sem lei e que não olham a meios para terem o poder.

Deste modo, a série centra-se na importância da energia no nosso mundo. Mas não perca mais tempo e veja por si mesmo o episódio piloto de «Revolution» aqui.




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terça-feira, 24 de julho de 2012

« Revolution» Novo teaser com cenas inéditas da nova série de J.J. Abrams

Revolution conta com Giancarlo Esposito, Billy Burke, Andrea Roth, Tim Guinee, JD Pardo e Tracy Spiridakos no elenco.

Revolution, a nova série de J.J. Abrams e Eric Kripke tem uma premissa tão interessante que a expectativa gerada em torno da série já está alta demais para os padrões normais. 
Ontem a NBC divulgou um teaser inteiro cheio de cenas novas. A série chega ao cana aberto americano no dia 17 de Setembro (por confirmar). 

Revolution é descrita como uma série de drama e ação de alta-voltagem que conta a história de um grupo de personagens que luta para sobreviver e se reunir junto de seus familiares em um mundo onde todas as formas de energia misteriosamente deixaram de existir.

Revolution conta com Giancarlo Esposito, Billy Burke, Andrea Roth, Tim Guinee, JD Pardo e Tracy Spiridakos no elenco.






quinta-feira, 12 de julho de 2012

Revolution | A ambiciosa novidade da NBC (PAINEL)

A série de J.J. Abrams e Eric Kripke, tem do melhor potencial para ser tão pop quanto Supernatural

De todas as séries de ficção científica que J.J. Abrams produziu para a televisão nos últimos anos, nunca nenhuma se pareceu tanto com Lost quanto está ambiciosa novidade da NBC para este segundo semestre. O canal investiu em grande na divulgação, da série espalhando cartazes por todo o centro de San Diego e na exibição do episódio-piloto na Comic-Con 2012.

Esta nova série envolve uma situação de pré-civilização: de novo um grupo de sobreviventes de um desastre que tem que aprender a se reorganizar muralmente e socialmente em um mundo que regressou a um estado primitivo, onde novas regras (mesmo as leis da física) são estabelecidas a todo instante. Antes era uma ilha aparentemente deserta, agora é um planeta inteiro sem energia elétrica. No piloto, vemos Chicago 15 anos depois do blecaute mundial, com seus pontos turísticos (o Wrigley Field, o Chicago Theatre, a pizzaria Lou Malnati's) tomados pela natureza.

Candidata a musa e atriz esforçada, a canadense Tracy Spiridakos faz a protagonista, Charlie Matheson, que com seu irmão Danny (Graham Rogers) sai em busca de um tio perdido, Miles Matheson (Billy Burke), depois que seu pai é morto pela Milícia, uma organização paramilitar que parece mandar nesse mundo sem governos. A família Matheson tem a chave na verdade, um pendrive que pode explicar e resolver o problema da energia, e esse deve ser o macguffin da série pelo menos ao longo da primeira temporada. O fim do piloto, porém, que sacramenta o parentesco com Lost (que fixação por monitores de fósforo verde!), mostra que a teia é mais intringada.


Embora a NBC fale mais no nome de Abrams na divulgação, o produtor principal de Revolution é Eric Kripke, o criador de Supernatural, e o sucesso da série vai depender, em boa medida, do talento já comprovado de Kripke para escrever ficção de apelo popular e misturar gêneros. Cabe a ele tirar de Revolution o estigma de "novo Lost". Supernatural ganhou seguidores ao longo dos anos com seu caldo de horror, comédia, ação e metalinguagem, e o piloto de Revolution mostra que também tem espaço para esse tipo de versatilidade.

Só neste primeiro episódio, por exemplo, que teve direção de Jon Favreau, há duelos de espadas em um hall de "castelo", no melhor estilo Errol Flynn, e mais tiroteios, caçada na mata (arco-e-flecha está mesmo em voga), alívios cômicos, conspirações e triângulos afetivos (a heroína é uma mistura de Katniss com Bella Swan, dividida entre o carinho fraterno do irmão e um amor latino perigoso). Embora a base da série seja a ficção científica, a premissa da falta de energia acaba por dar a Revolution a oportunidade de também estar numa moda medieval (Game of Thrones, Once Upon a Time...), e o resultado é um "cospobre" de considerável potencial trash.

Junte a isso um vilão carismático, Giancarlo Esposito, o Gus de Breaking Bad, com seu imbatível jogo de sobrancelhas, e temos aí um candidato a melhor prazer com culpa da temporada. Muita gente vai desprezar a vocação de produto B de Revolution, mas para se desprender de Lost (uma série que começou com o mesmo potencial pop mas terminou soterrada por suas pretensões) a melhor maneira é partir mesmo para a bagaceira.


terça-feira, 3 de julho de 2012

REVOLUTION: Novo Pôster da nova série de J.J. Abrams

Fonte da Imagem: Divulgação/NBC

Mesmo a vários meses do início da fall season, os canais americanos já estão focados na divulgação das suas novos séries.

Entre as apostas da NBC está Revolution, a nova produção de J.J. Abrams (Fringe). Descrito como um drama épico de suspense, a série segue um grupo de personagens que lutam para sobreviver e se reunirem aos seus amados em um mundo onde todas as formas de energia misteriosamente pararam de existir.

O canal já divulgou o pôster oficial da série, onde um grupo de personagens aparece em meio de ruas tomadas por vegetação. Um dos destaques é a frase “in a world gone dark, Power is everything” (em tradução: Num mundo que se tornou escuro, o poder é tudo).

Fonte da Imagem: Divulgação/NBC