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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Ben Kingsley como Mandarim no novo pôster de "Homem de Ferro 3"

Já faz algum tempo desde que vimos alguns pôsteres sobre as personagens de "Homem de Ferro 3" serem divulgados. Primeiro tivemos um só do próprio Tony Stark (Robert Downey Jr.), depois um do Patriota de Ferro (Don Cheadle) e um do vilão Aldrich Killian (Guy Pearce).

Agora é a vez do principal vilão do filme e grande inimigo do Homem de Ferro. Vivido por Ben Kingsley, o Mandarim finalmente faz a sua aparição nos cinemas. Nos trailers do filme, o Mandarim já se prova ameaçador, e que vai tornar complicada a vida de Tony Stark. 

No pôster de hoje, o vilão faz uma cara de mau.

O elenco de Homem de Ferro 3 conta com Robert Downey Jr.,Gwyneth Paltrow, Ben Kingsley, James Badge Dale, Rebecca Hall, Guy Pearce e Don Cheadle. 




"Argo" vence o Oscar 2013, e confira os restantes vencedores

Numa noite esquizofrénica, a Academia decidiu ignorar a tendência marcada pelo anúncio das nomeações e espalhou os galardões por diversos filmes.
"Argo" confirmou o que se vinha a afirmar desde os prémios das associações profissionais e ganhou o Oscar de melhor filme.

"A Vida de Pi" terminou com o maior número de vitórias e somou quatro estatuetas, incluindo a de melhor realizador para Ang Lee.

"Os Miseráveis" ganhou em três categorias, tantas quanto "Argo".

Grande derrotado da noite, "Lincoln" chegou nomeado para 12 Oscars e ganhou apenas dois com Daniel Day-Lewis a confirmar o favoritismo nos atores.

Seth MacFarlane foi o anfitrião dos Oscars 2013 numa cerimónia desigual, por vezes trapalhona e essencialmente aborrecida que teve lugar no Dolby Theatre, em Los Angeles.

Foram estes os vencedores escolhidos pelos membros votantes da Academia:


Melhor filme: Argo
Melhor realizador: Ang Lee (A Vida de Pi)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (Lincoln)
Melhor atriz: Jennifer Lawrence (Guia Para Um Final Feliz)
Melhor ator secundário: Christoph Waltz (Django Libertado)
Melhor atriz secundária: Anne Hathaway (Os Miseráveis)
Melhor filme estrangeiro: Amour (Aústria)
Melhor argumento adaptado: Chris Terrio (Argo)
Melhor argumento original: Quentin Tarantino (Django Libertado)
Melhor filme de animação: Brave - Indomável
Melhor fotografia: Claudio Miranda (A Vida de Pi)
Melhor guarda roupa: Jacqueline Durran (Anna Karenina)
Melhor documentário (longa metragem): Searching for Sugar Man
Melhor documentário (curta metragem): Inocente
Melhor montagem: William Goldenberg (Argo)
Melhor caraterização e cabelo: Lisa Westcott e Julie Dartnell (Os Miseráveis)
Melhor banda sonora original: Mychael Danna (A Vida de Pi)
Melhor canção original: "Skyfall" (007-Skyfall)
Melhor design de produção: Lincoln
Melhor curta metragem de animação: Paperman
Melhor curta metragem: Curfew
Melhor montagem sonora: Per Hallberg e Karen Baker Landers (007-Skyfall)
Melhor mistura sonora: Andy Nelson, Mark Paterson e Simon Hayes (Os Miseráveis)
Melhores efeitos visuais: A Vida de Pi



Confira os nossos palpites para a entrega dos "Oscars 2013"

É já este domingo que o Dolby Theatre recebe as maiores estrelas de Hollywood numa noite inteiramente dedicada ao Cinema. A cerimónia de entrega dos Óscares é a mais importante da 7ª arte e, num ano recheado de grandes filmes, estreias e recordes, esperam-se muitas surpresas.

“Lincoln” lidera a corrida com 12 nomeações, incluindo as de Melhor Filme, Melhor Realizador (Steven Spielberg) e Melhor Actor (Daniel Day-Lewis). Segue-se “Life of Pi” com 11 nomeações, sobretudo em categorias técnicas como a de Melhor Fotografia.

“Silver Linings Playbook” e “Les Misérables” contam com 8 nomeações cada. Seguem-se, dos nomeados para Melhor Filme, “Argo” (7 nomeações), “Zero Dark Thirty” (5 nomeações), “Django Unchained” (5 nomeações), “Amour” (5 nomeações) e “Beasts of the Southern Wild” (4 nomeações).

O filme austríaco “Amour” de Haneke está nomeado para Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Filme Estrangeiro e são conhecidos pelo menos dois recordes dos Óscares, na categoria de Melhor Atriz, Emmanuelle Riva é a actriz mais velha (85 anos) e Quvenzhané Wallis é a mais nova (9 anos) na corrida à estatueta dourada.


Melhor Filme
Quem deveria ganhar: “Zero Dark Thirty”

Quem irá vencer: “Argo”

Ben Affleck pertence agora ao grupo dos “atores-realizadores” e que fantástica maneira de se estrear. Este dá-nos um filme recheado de ironia, suspense e um pouco de humor. O argumento é muito bom e “Argo” é, portanto, o filme mais falado para vencer esta categoria. “Zero Dark Thirty” pela controvérsia e pela abordagem ao tema, limitando-se a narrar a história como esta se passou, sem tomar posições a favor ou contra alguma coisa, é, também, um forte concorrente, senão mesmo o merecedor deste Óscar.
 

Melhor Realizador

Quem deveria ganhar: Ang Lee (“Life of Pi”)

Quem irá vencer: Steven Spielberg (“Lincoln”)

Steven Spielberg ultrapassou com sucesso o desafio de remontar ao século XIX, representando fielmente os costumes americanos da época e acompanhando de forma realista os cenários de guerra e, por isto, o seu nome é o favorito na categoria de melhor realizador. Outro nome que se destaca é Ang Lee pois “Life of Pi” está sublime a nível de realização transpondo-nos para lugares fantásticos e com uma história e mensagem sensacionais. Um ambicioso projeto conseguido na perfeição.
 

Melhor Ator Principal
Quem deveria ganhar: Daniel Day-Lewis (“Lincoln”)

Quem irá vencer: Daniel Day-Lewis (“Lincoln”)

A prestação de Daniel Day-Lewis neste filme é de se ressalvar, não pelo protagonismo que lhe foi atribuído, mas sim pela sua excelente interpretação. A naturalidade de Daniel neste papel faz com que “Lincoln” seja transposto como uma segunda personalidade do actor e não apenas mais uma personagem. Day-Lewis foi galardoado com o globo de ouro de melhor actor por este papel, e é o grande favorito e merecedor do Óscar nesta mesma categoria.

Melhor Atriz Principal


Quem deveria ganhar: Jessica Chastain (“Zero Dark Thirty”)

Quem irá vencer: Jennifer Lawrence (“Silver Linings Playbook”)

A destacar a pertença a alguém, esse alguém é indubitavelmente Jennifer Lawrence é,de facto, um novo fenómeno no cinema mundial. Lawrence tem vindo a provar ser uma excelente actriz e rouba as atenções em toda e qualquer cena que protagoniza. A forma como representou neste filme coloca-a na linha da frente nesta categoria. A sua maior competição é Jessica Chastain, por muitos considerada a merecedora deste Óscar por representar na perfeição uma personagem que será marcante no mundo cinematográfico.

Melhor Ator Secundário


Quem deveria ganhar: Christoph Waltz (“Django Unchained”) ou Tommy Lee Jones (“Lincoln”)

Quem irá vencer: Christoph Waltz (“Django Unchained”) ou Tommy Lee Jones (“Lincoln”)

Tommy Lee Jones ressalta nesta categoria com uma notável e brilhante prestação no papel do republicano “Thaddeus Stevens”. Jones, atacando a hipocrisia, brinda-nos com toda a sua ironia, acabando por conferir algumas cenas cómicas ao filme. Christoph Waltz é o actor mais apontado para vencer esta categoria pela sua gloriosa prestação em “Django Unchained”. Esteve brilhante ao ponto de roubar o protagonismo de Jamie Foxx. Será, portanto, uma competição muito renhida entre os dois actores, sendo ambos os favoritos e merecedores deste Óscar.

Melhor Atriz Secundária


Quem deveria ganhar: Anne Hathaway (“Les Misérables”)

Quem irá vencer: Anne Hathaway (“Les Misérables”)

Anne Hathaway é o nome que se fala para esta categoria. A sua curta e excelente performance em “Les Misérables” colocam-na à frente na corrida ao Óscar de Melhor Actriz Secundária. Hathaway demonstrou, mais uma vez, não ser apenas uma “cara bonita” do cinema, emocionando quem quer que assista à sua cena. Ela confere a força e, ao mesmo tempo, a vulnerabilidade exigida à personagem e liga estes dois estados de forma muito fluída e natural, fazendo-nos crer mais na dor e mágoa de Fantine.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

"Guia Para Um Final Feliz" vence Independent Spirit Awards

Foram entregues esta noite os Independent Spirit Awards, destinados a premiar - à semelhança dos Gotham Independent Film Awards, cujos vencedores foram conhecidos ontem - o cinema independente produzido ao longo do ano.

A cerimónia foi dominada por "Guia Para Um Final Feliz", comédia romântica nomeada para oito Oscars, que viu David O. Russell consagrado por duas vezes (Realizador e Argumento) e Jennifer Lawrence considerada como a Melhor Atriz do cinema independente de 2012.

Os principais vencedores foram: 


Melhor Filme: "Guia Para Um Final Feliz"
Melhor Realizador: David O. Russell, por "Guia Para Um Final Feliz"
Melhor Ator Principal: John Hawkes, por "Seis Sessões"
Melhor Atriz Principal: Jennifer Lawrence, por "Guia Para Um Final Feliz"
Melhor Ator Secundário: Matthew McConaughey, por "Magic Mike"
Melhor Atriz Secundária: Helen Hunt, por "Seis Sessões"
Melhor Documentário: "The Invisible War", de Kirby Dick
Melhor Filme Estrangeiro: "Amor" de Michael Haneke

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Conheça as personagens de "Olympus Has Fallen"

Um ataque à Casa Branca deixa o presidente dos EUA como refém de um terrorista. Cabe a um antigo agente da segurança com um passado negro resolver a crise.

Quando a Casa Branca (conhecida entre os serviços secretos pelo nome de código "Olympus") é invadida e o presidente dos EUA é raptado, Mike Banning, um antigo agente da segurança presidencial caído em desgraça, fica preso no interior do edifício.

À medida que as equipas de segurança nacional reagem, vêem-se forçadas a confiar nos conhecimentos de Banning e na sua presença no local para os ajudar a retomar a Casa Branca, salvar o presidente e prevenir um desastre ainda maior. 




Nomeações Oscars: "Lincoln" lidera com 12

"Lincoln" de Steven Spielberg, lidera em quantidade com 12 referências, seguido de "A Vida de Pi", de Ang Lee, com 11. O terceiro filme mais nomeado, com 8, foi "Guia Para Um Final Feliz" de David O. Russell.

"Argo" de Ben Affleck, teve sete nomeações, o mesmo número de "Os Miseráveis" de Tom Hooper.

Com cinco nomeações cada está uma longa relação de filmes: "Amour" de Michael Hanekee, "Django Libertado" de Quentin Tarantino "00:30 A Hora Negra", de Kathryn Bigelow e "007-Skyfall" de Sam Mendes todos tiveram cinco referências cada.

"Anna Karenina" e "As Bestas do Sul Selvagem" tiveram quatro nomações cada. 


domingo, 17 de fevereiro de 2013

«Monsters University» Reitora recebe os estudantes no novo vídeo

Universidade Monstros, o prelúdio de Monstros S.A., ganhou um vídeo especial, onde a reitora Hardscrabble, dublada pela voz de Helen Mirren, dá um recado aos novos estudantes.

Dan Scanlon  é o diretor do prelúdio. Mas antes de sair nos cinemas, a Pixar relança Monstros S.A. em 3D, já disponível nos cinemas.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

"007 - Operação Skyfall" torna-se a 2ª maior bilheteira de 2012


"007: Operação Skyfall" estreou no ano passado sendo um sucesso de público e crítica. Praticamente todo mundo elogiou o filme dirigido por Sam Mendes (Beleza Americana) e muita gente foi ver o filme aos cinemas. Só que esse sucesso foi muito maior do que o esperado.

O filme alcançou neste fim de semana a marca de $1,094 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais. Além do facto de ser o primeiro filme de James Bond a chegar a marca de $1 bilhão de dólares nas bilheterias e um dos 14 a conseguir tal feito na história, esse número coloca 007: Operação Skyfall como o segundo filme mais visto de 2012, perdendo apenas para Os Vingadores (Joss Whedon). Exato, James Bond oficialmente ultrapassou o Batman, O Hobbit, Jogos Vorazes, Homem-Aranha e Amanhecer: Parte 2, filmes que esperava-se que dominassem as bilheterias de 2012.



Lincoln – Crítica


O novo filme de Steven Spielberg que contará a história do 16º e talvez o mais importante Presidente da história dos Estados Unidos da America, já conta com a expectativa lá no alto, afinal tem 12 nomeações aos Oscar 2013.

É uma pena que Spielberg tenha limitado o filme apenas ao último período da Guerra Cívil Americana. Aliás, ele restringe a história de Abraham Lincoln à apenas um mês intenso e pequenos trechos de períodos maiores. O filme é focado em como Lincoln conseguiu obter a aprovação da 13º Emenda que abolia definitivamente toda o esquema escravocrata no país.

Sempre mostrando um Lincoln sereno, calmo e observador, Spielberg consegue passar bem a ideia da índole do Presidente. Calma que eu já chego na parte que cabe à Daniel Day-Lewis. Por que o Spielberg consegue? Porque  ele abusa de sombras, de ambientes escurecidos, de mostrar um Lincoln sempre de cabeça baixa e pensativo. Raramente verá os olhos do personagem. Poucas vezes você o verá levantar a voz.

Daniel Day-Lewis também ajuda muito à construção apressada do personagem, se você não sabe quem é Abraham Lincoln, precisa descobrir em apenas um mês da vida dela, um mês crucial e definitivo, um mês marcado na história. Daniel consegue transmitir o quão aquela guerra transformou Lincoln, o quanto ela pesa nos ombros dele, e o quão ansioso e desejoso ele esta por resolver à situação. Não ela Day-Lewis ali, era o Abraham Lincoln. Os elogios proferidos ao ator inglês (sim meus amigos, ele é inglês) não são de maneira nenhuma exagerado.

Em certo momento no filme a personagem de Tommy Lee Jones, que é um ex-rival de Lincoln, vai fazer um discurso na Assembléia que votará a aprovação da 13ª Emenda, ele vai falar sobre o seu verdadeiro propósito. E diz: “Eu não concordo com a igualdade em todas as coisas, eu concordo com a igual perante à Lei e nada mais”.

E ele completa e explica seu ponto de vista, tudo ao som da bela trilha de John Williams, num dos poucos discursos do cinema que me deixou arrepiado. Por que eu disse tudo isso sobre o personagem? Para dizer que a atuação de Tommy Lee Jones foi tão boa ou até melhor que a de Daniel Day-Lewis.

Spielberg aposta numa fotografia escura e quase sempre como planos abertos, exagera nas sombras e feixes de luz das janelas, sempre cobertas por cortinas. Em certos momentos chega a ser claustrofóbico ver o filme. Talvez tenha sido intencional, para nos fazer sentir o que Lincoln sentia, a pressão que ele sentia e o desejo de acabar com a Guerra e ao mesmo tempo com o regime escravocrata nos Estados Unidos. Achei bem sucedida a tentativa de Spielberg. A trilha de John Williams não precisa de palavras, é sempre brilhante e duas cenas ficam como referência. O discurso de Tommy Lee Jones como já referi. E a genial última cena de Lincoln no longa, quando ele caminha de costas com sua bela Cartola, e a fotografia o enquadra numa perfeita posição para as cortinas da porta à sua frente formarem asas como se ele fosse um anjo. Eu achei essa concepção genial tanto de Spielberg como na trilha suave em tom de despedida dos sopros de Williams.

Para fechar vale deixar claro duas coisas: Lincoln não é um filme com uma grande trama ou surpresas de roteiro. É uma biografia (apesar de eu não achar), é baseada em fatos históricos e não tem nada de ficção ou fantasia como o outro Abraham Lincoln que caçava vampiros. Ou seja, se você conhece um pouco de história americana não ira se surpreender. Tem mais um ponto à levar em conta, Lincoln não é um filme divertido, nem deveria ser. É uma bela obra cinematográfica, belíssima, mas para os amantes do cinema e da história.

Lincoln chega tem direção de Steven Spielberg. O roteiro do longa é baseado no livro Team Rivals de Doris Kearns Goodwin. O elenco do longa conta com nomes como Daniel Day-Lewis (Gangues de Nova York), Tommy Lee Jones (Onde os Fracos não Têm Vez), Joseph Gordon-Levitt (A Origem), Sally Field (O Espetacular Homem-Aranha), Jackie Earle Haley (Watchmen), David Strathairn (O Ultimato Bourne) e outros.






Primeira spin-off de Star Wars no cinema pode ser sobre Yoda


Desde que a Disney comprou a Lucasfilm, no fim do ano passado, nós já sabemos que um novo Star Wars vem por aí. A empresa anunciou que pretende colocar nos cinemas Star Wars: Episódio VII em 2015, com direção de J.J. Abrams, embora pode ser que o filme atrase um pouco, segundo o diretor. 

O Episódio VII começará uma nova trilogia principal da série. Porém, esses não serão os únicos filmes de Star Wars que a Disney pretende fazer. A Casa do Mickey já disse também que gostaria de produzir filmes spin-off da série, baseados em alguns personagens específicos. Aventuras a solo dessas personagens, se preferir definir assim. E, segundo o AICN, o primeiro desses filmes deverá ser um longa baseada no Yoda. Novamente, a única fonte da novidade é o AICN, que é um site bem seguro, mas isso não confirma nada. 


Porém, a ideia é também bem provável. Um dos grandes atrativos desses filmes solo é o facto deles serem baseados em personagens já bem estabelecidas pelos fãs da série. Neles, poderemos ver mais aventuras de alguns nomes bem conhecidos. Qual o nome mais fácil de se aproveitar hoje em dia? Yoda! Claro, um filme solo do Han Solo (há uma piada escondida aí em algum lugar) seria bem interessante, mas Harrison Ford já não é exatamente o protagonista de filmes de aventuras que era no fim dos anos 70 e meados dos anos 80. Escalar um novo ator para um papel clássico desses é arriscado. É bem mais fácil começar com um Yoda, capaz de ser criado por CGI ou por captura de movimentos, do que escalar um novo Han Solo ou Luke Skywalker e ver os fãs ficarem nervosos por causa disso. 




quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Saiba quais são as atuações musicais da 85ª Edicão dos «Oscars»

A 85ª edição dos Oscars está a pouco mais de duas semanas de se realizar e agora já só há tempo para os últimos preparativos.

Nos primeiros dias do passado mês de Janeiro foram revelados os nomeados e agora chega a altura de saber a quem pertencem os momentos musicais da grande noite de entrega dos óscares. A música, desta vez, ficou inteiramente intregue a mulheres e elas são Barbra Streisand, Adele e Norah Jones.

Barbra Streisand não atuava nos «Oscars» há 36 anos. Na sua última performance (28 de Março de 1977), na 48ª Edição dos «Oscars», Barbra interpretou o tema romântico do filme «A Star is Born» (filme onde a própria participou) e na mesma noite ganhou o óscar de «Melhor Música Original» com «Evergreen». Os produtores, Craig Zadan e Neil Meron, mostram-se honrados: «Numa noite que celebra a arte dos filmes e da música, como é que o programa podia estar completo sem a Barbra Streisand? Estamos honrados por ela ter aceitado fazer uma performance muito especial na edição dos “Oscars” desta ano, sendo a sua primeira vez a atuar no programa em 36 anos».

A cantora e compositora Adele irá também marcar presença nos momentos musicais da noita com a sua interpretação da nomeada «Skyfall».  A música, escrita por  Adele e Paul Epworth, é a primeira música de um filme de James Bond a marcar presença no Top 10 da Billboard e a primeira a ser nomeada para um Oscar desde 1981, onde a música interpretada por Sheena Easton, «For Your Eyes Only», foi nomeada. Esta performance da Adele será a primeira vez que «Skyfall» é interpretado ao vivo e marca a primeira aparência da cantora na televisão americana desde os «Grammys» do ano passado.

Adele sente que é «uma honra ser nomeada e terrivelmente maravilhoso cantar para as pessoas que captaram» a sua «imaginação outra e outra vez». «É algo que nunca experienciei e, provavelmente, só o vou experienciar uma vez.», acrescenta.

Craig e Neil deixaram, também, umas palavras: «Temos um enorme respeito pela arte única da Adele enquanto compositora e cantora. Atualmente, ela é uma das cantoras com mais sucesso no mundo e acreditados que a sua performance do “Skyfall” vai ser um excitante momento para os espectadores presentes no anfiteatro e em casa».

Também Norah Jones vai atuar numa noite importante para os filmes. A cantora e compositora vencedora de 11 grammys irá interpretar «Everybody Needs a Best Friend», uma música criada por  Walter Murphy e escrita por Seth MacFarlane para o filme «Ted», também nomeada para um Oscar. Esta será a primeira performance de Norah nos «Oscars».

A cantora mostrou-se emocionada quando soube que a música com a qual passou «bons momentos com Seth» tinha sido nomeada. Acrescenta que «ter a oportunidade de atuar neste prestigioso evento» com o seu amigo a apresentar é «uma oportunidade única na vida».
«Estamos contentes por ter a Norah Jones a atuar a música do Seth e do Walter no espétaculo. Somos grandes admiradores da Norah e ela irá ajudar a celebrar a rara circunstância de ter um apresentador que está nomeado.»

A cerimónia dos «Oscars» que pretende distinguir os melhores filmes de 2012 dos Estados Unidos será realizada no Dolby Theatre, Hollywood, emitida pela ABC, domingo dia 24 de Fevereiro, com início marcado para as 20 horas, e será apresentado por Seth MacFarlane, criador das conhecidas séries «Family Guy» e «American Dad».

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vamos ver os comerciais do «Super Bowl 2013»

Decorreu no domingo passado (03) o Super Bowl 2013, a final do campeonato de futebol americano. O jogo foi ganho pela equipa dos Ravens, mesmo não fazendo ideia se foi justo ou não. Se esse é o seu caso também  talvez você se interesse mais pelos comerciais de TV do Super Bowl do que pelo jogo em si.
Como já dito por aqui várias vezes, o Super Bowl é um dos eventos mais vistos da TV americana e é, por tradição, um evento onde as agências de publicidade divulgam comerciais interessantes para as suas marcas. Claro que os estúdios de cinema e TV não ficariam de fora dessa e liberaram alguns comerciais/trailers inéditos de alguns filmes e séries de 2013.
 
Confira:

Homem de Ferro 3 – Super Bowl 2013

 

  

 

Star Trek Into Darkenss – Super Bowl 2013

 

 

Velocidade Furiosa 6 – Super Bowl 2013

 

 

Oz: Mágico e Poderoso – Super Bowl 2013

 

 

The Lone Ranger – Super Bowl 2013

 

 

Guerra Mundial Z – Super Bowl 2013

 

 

Under the Dome – Super Bowl 2013

 

 

The Big Bang Theory – Super Bowl 2013

 

  
The Walking Dead – Super Bowl 2013

 

2 Broke Girls – Super Bowl 2013

 

 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Zoë Bell explica a sua personagem em «Django Livre»

A personagem mascarada que Zoë Bell interpreta em algumas das cenas de «Django Livre» deixou muita gente intrigada. Ao E!, a dublê e atriz explicou parte do mistério.

"Há uma história por detrás de tudo, e ela teria tido uma cena de luta. Mas acho que quando se tem tanto material brilhante com Leo [DiCaprio] e Jamie [Foxx] e Christoph [Waltz] deixa-se a câmera a filmar, e o tempo acabou ficando curto", diz Zoë.

Quanto à máscara, Zoë diz que a personagem a usa porque tem o rosto desfigurado.
Como Quentin Tarantino  precisou cortar bastante a duração do filme que perdeu 30 minutos na última fase de montagem a personagem teve a sua participação reduzida. Zoë trabalha com o diretor desde que fez a dublê de Uma Thurman em Kill Bill, e pelo visto Tarantino ficou com pena de cortá-la de vez de Django Livre.



 

«Spring Breakers» ganha mais um trailer

Spring Breakers, aquele filme com mocinhas da Disney em situações não tão mágicas assim, ganhou hoje um novo trailer, dessa vez voltado para o mercado europeu. O vídeo conta com algumas cenas extras inéditas, que ainda não havíamos visto.

Confira:


O filme conta com Selena Gomez, James Franco, Ashley Benson, Rachel Korine e Vanessa Hudgens no elenco. Na trama do longa, quatro garotas (Gomez, Hudgens, Ashley Benson e Rachel Korine) assaltam um restaurante para conseguir dinheiro para financiar as férias, conhecidas nos EUA como Spring Break.
Com direção e roteiro escrito por Harmony Korine, o filme estreia nos EUA em março.

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Os Miseráveis – Crítica

Dirigido por Tom Hooper – o mesmo de O Discurso do Rei, de 2011 – o filme, que é baseado no famoso musical homónimo, que por sua vez é baseado no livro de Victor Hugo, definitivamente não é para qualquer um. E eu não digo isso em um ataque elitista/arrogante da minha parte (ataques esses muito comuns).  Digo porque Os Miseráveis exige do espectador uma preparação (paciência? dedicação?) que outros filmes não exigem.

É necessário, por exemplo, entender que o filme é baseado numa história de um dos principais nomes do Romantismo Literário e num musical teatral, o que resulta numa teatralidade (jura?) e num sentimentalismo que está ausente do cinema atualmente. Além disso, não custa lembrar que Os Miseráveis é um musical cantado o tempo todo (diferente de obras populares modernas, como Glee), o que causará uma estranheza nos espectadores que estão vendo Os Miseráveis pela primeira vez.
 
Mas vamos deixar isso pra lá e tocar o barco, porque temos muito o que falar sobre Os Miseráveis, começando pelo seu elenco. O longa de Tom Hooper conta com uma escalação de atores muito competente. Os dois que mais chamam a atenção são Hugh Jackman, na pele do protagonista Jean Valjean, e Anne Hathaway, vivendo a sofrida Fantine. Jackman, mais conhecido por filmes de ação como X-Men e Gigantes de Aço, se sai muito bem cantando (ele sempre comentou ser fã de musicais) e faz do seu Jean Valjean a figura que lidera o musical. Porém, quem realmente rouba a cena e brilha na tela é Anne Hathaway. Recém-saída do uniforme de Mulher-Gato no último filme do Batman (onde ela já tinha se destacado como uma das melhores performances do longa), a Fantine de Anne Hathaway é absolutamente extraordinária e a sua performance atinge o seu pináculo quando ela vive I Dreamed a Dream, canção mais famosa do musical. Complementando o elenco, vemos uma Amanda Seyfried com muito pouco pra fazer como Cosette, um Eddie Redmayne fazendo um Marius interessante (mas que também não chega a tocar muito o espectador), a dupla Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen servindo bem como escapes cômicos e o talentoso Russell Crowe um pouco fora do tom (tum dum psst) do resto do elenco, como o Inspetor Javert. Ah, não posso esquecer de mencionar que fiquei surpreso com a Eponine de Samantha Barks, que veio do concerto de comemoração dos 25 anos do musical, em 2010.

Outro ponto de Os Musicais que vale gastar um parágrafo em elogios é na Direção de Arte do filme, que criou uma França do início do século XIX que só atende pelo adjetivo de “teatralmente bela”. Todos os outros aspectos da caracterização do filme, como Figurino, Maquiagem e afins, seguem essa linha teatral (não dá pra usar outra palavra nesse caso), que beira o extremismo gráfico.

Porém, como nem tudo são flores em Os Miseráveis (uma pausa para rir da minha piada muito engraçada), há algo que precisa ser mencionado em palavras não-tão-boas: a direção de Tom Hooper. Ainda que Hooper tenha feito um bom trabalho em seus dois últimos filmes (O Discurso do Rei e Maldito Futebol Clube) e que Os Miseráveis seja um bom filme depois de pesar os prós e contras, nós ainda temos algo para reclamar. Em primeiro lugar, Hooper tem um problema com a câmera nesse longa. Ela simplesmente não pára quieta em nenhum momento! Está sempre voando pra cá, pra lá, dando closes absurdamente próximos dos atores, voltando a voar pra cá e pra lá… é incômodo. O segundo problema é o ritmo usado por Hooper. Ou melhor dizendo: falta de. O diretor se perde em cortes e na composição de algumas cenas, não conseguindo desenvolver a fluidez necessária que Os Miseráveis pede. E, quando se tem um musical cantado por completo com quase 3 horas de duração, falta de ritmo é um problema grave.

Resumindo tudo pra fechar o texto, Os Miseráveis tem uma orquestra composta por músicos talentosos, equipamentos da melhor qualidade e estão tocando uma das mais conceituadas sinfonias possíveis. Mas o Maestro pisa na bola, perde o tom e dá closes absurdos nos atores (não achei uma metáfora pra isso).




 

Emily VanCamp entra no elenco de «Capitão América: O Soldado Invernal»

Depois de um longo período de especulações e testes de elenco, finalmente a Marvel Studios anunciou quem interpretará a principal personagem feminina de Capitão América: O Soldado Invernal.  

Emily VanCamp (Revenge) foi escolhida para ser, provavelmente, Sharon Carter, interesse amoroso de Steve Rogers (Chris Evans).
Por enquanto, o que sabemos do filme é que ele se baseará na história do Soldado Invernal (Sebastian Stan) dos quadrinhos. Também sabemos que veremos o Capitão América a lutar  ao lado da Viúva Negra (Scarlett Johansson) e de outros membros da S.H.I.E.L.D., como Maria Hill (Cobie Smulders) e Nick Fury (Samuel L. Jackson). Uma dos novos personagens do longa será o Falcão, vivido por Anthony Mackie.

Ainda não há uma data marcada para o início das filmagens do longa, que deve estrear nos cinemas em 2014, com direção de Anthony e Joe Russo.

sábado, 5 de janeiro de 2013

«The Hunger Games - Catching Fire» será o melhor filme de 2013, garante analista

Todos os anos, os analistas de investimentos de Wall Street fazem as suas previões para o cinema na próxima temporada para ajudar nas decisões dos clientes no ramo do entretenimento. O influente Richard Greenfield, do grupo BTIG, acaba de fazer as suas.

Segundo Greenfield, o maior sucesso de 2013 nos cinemas dos Estados Unidos (e possivelmente do mundo) será The Hunger Games - Catching Fire , a continuação de The Hunger Games (terceira maior receita em bilheteria de 2012 nos EUA).

Já a maior decepção em termos financeiros será The Lone Ranger, produção da Walt Disney Pictures que reúne o diretor Gore Verbinski, o astro Johnny Depp e o produtor Jerry Bruckheimer dos três primeiros Piratas das Caraibas. Péssima notícia para a Disney, que em 2012 já teve enorme prejuízo com John Carter - Entre Dois Mundos e parece determinada a evitar que o fracasso se repita.

Para o analista, porém, o estúdio desfrutará de enorme sucesso com a Universidade Monstros, continuação do filme da Pixar.



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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Oscar 2013 | Votação online tem problemas e prazo é estendido

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidiu estender por mais 24 horas a votação dos indicados ao Oscar 2013. Isto deve-se ao facto de muitos membros ainda não terem conseguido aceder ao sistema de votação online, implementado este ano.

Prevista para terminar às 17h do dia 3, a votação agora vai até a tarde da sexta-feira. Incompatibilidades com navegadores e a liberação de logins e senhas para evitar fraudes que têm sido citados como obstáculos para os que irão votar que pela primeira vez podem optar pela votação tradicional, com cédulas enviadas pelo correio, ou pelos votos online.

A extensão do prazo não mudará a data do anúncio dos indicados: 10 de janeiro. A cerimônia do Oscar, com apresentação de Seth MacFarlane, o criador de "Family Guy" e "American Dad", acontecerá a 24 de fevereiro.


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sábado, 24 de novembro de 2012

Robert Pattinson aceitaria o papel de Jar Jar Binks em «Star Wars VII»

Com o anúncio da Walt Disney da aquisição da Lucasfilm e do início da produção de «Star Wars VII», basicamente todos os atores da indústria começam a ficar atentos para possíveis papéis no filme, a ser lançado em 2015. Questionado sobre a possibilidade de eventualmente estrelar a produção, Robert Pattinson não foi exceção.

"Eu acho o Star Wars uma coisa poderosa. Era uma série, até que os novos três filmes foram lançados. Eu aceitaria um papel num piscar de olhos. De certeza. Nem que fosse o Jar Jar Binks. Eu gosto dele, não entendo qual é o problema com Jar Jar",disse o ator da Saga Twilight ao tabloide GulfNews.

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Despicable Me 2 (2013)

Sequela de "Gru - O Maldisposto".

Com Steve Carell, Jason Segel, Elsie Kate Fisher

Realização Pierre Coffin, Chris Renaud

Produção Christopher Meledandri

Argumento Ken Daurio, Cinco Paul

Género Animação, Comédia

Origem Estados Unidos da América

Website oficial http://www.despicableme.com/

IMDb http://www.imdb.com/title/tt1690953/